O governo dos Estados Unidos acusou Cuba de manter uma campanha de espionagem e infiltração contra instituições americanas por várias décadas. O alerta veio por meio de um relatório divulgado nesta terça-feira (21) pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que classificou a ilha como a “capital do comunismo do século 21”.
O documento afirma que desde a Revolução Cubana, o governo cubano tem infiltrado agentes dentro dos Estados Unidos, apoiado grupos de esquerda e conduzido operações de inteligência que ameaçam a segurança americana. As acusações acompanham uma escalada da pressão dos EUA sobre Havana, que inclui novas sanções, ameaças militares e uma ação judicial contra o ex-presidente Raúl Castro por suposta participação em ataques a aeronaves americanas.
O tom do relatório indica que a relação entre EUA e Cuba segue em tensão alta, com o governo americano reforçando medidas para conter a influência cubana. Para Havana, a espionagem não é novidade, mas agora virou motivo oficial para justificar a pressão máxima de Washington.




