O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou, nesta segunda-feira (20), dois processos que investigavam possíveis irregularidades em viagens internacionais da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja. As acusações de desvio de finalidade e uso indevido de recursos públicos foram consideradas improcedentes pela Corte.
Um dos processos dizia respeito à viagem antecipada a Nova York para a Assembleia Geral da ONU em 2025. O outro questionava gastos com a equipe de apoio e deslocamentos em missões oficiais no exterior. O TCU destacou que as viagens estavam amparadas por decretos e tinham finalidade institucional, ligada a compromissos de interesse público.
O tribunal ainda lembrou que o Ministério Público Federal e a Justiça Federal já haviam analisado os casos e não encontraram irregularidades. A investigação, que poderia complicar a imagem da primeira-dama, terminou sem qualquer impacto legal. Aqui, a conta fechou antes de causar dano.
Este arquivamento ocorre em um momento de forte atenção da opinião pública às finanças e à conduta de membros do governo. A apuração em três esferas diferentes indica o cuidado institucional em garantir a transparência e o controle sobre despesas públicas envolvendo autoridades.




